
VELHO PERGAMINHO
O Poente do Cacimbo pinta a oiro
O espelho da baía tremulante.
Voltam os barcos lá do mar distante,
E cada um, talvez, com seu tesoiro.
Sobre a falésia, ao longo do areal,
O velho casario empoeirado
Parece um quadro antigo, desbotado,
Que a névoa cobre com seu véu irreal...
E é a Torre do Tombo, á luz do poente,
Um pergaminho de longíquas eras,
Ali perdido, no areal dormente...
E os velhos pescadores, pelos portais,
A desafiar saudades e quimeras...
Falam de tempos que não voltam mais.
Dr. José Galvão Balsa
O Poente do Cacimbo pinta a oiro
O espelho da baía tremulante.
Voltam os barcos lá do mar distante,
E cada um, talvez, com seu tesoiro.
Sobre a falésia, ao longo do areal,
O velho casario empoeirado
Parece um quadro antigo, desbotado,
Que a névoa cobre com seu véu irreal...
E é a Torre do Tombo, á luz do poente,
Um pergaminho de longíquas eras,
Ali perdido, no areal dormente...
E os velhos pescadores, pelos portais,
A desafiar saudades e quimeras...
Falam de tempos que não voltam mais.
Dr. José Galvão Balsa
Tia, é a Cláudia eu gostei imenso do blog está muito fixe!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirEstás de parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ass:Cláudia (sobrinha)
Realmente este blog está uma categoria. Gosto imenso.
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